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quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Império Bizantino

Resumo sobre o Império Bizantino 
Império Bizantino

      O Império Bizantino, nasceu no século IV, quando o Império Romano, estava prestes a perder seu poder, principalmente por conta das invasões  bárbaras em suas fronteiras. Diante de tantos problemas, o Imperador Constantino transferiu a capital do seu império para a cidade do Oriente, Bizâncio, a qual mais tarde passou a ser chamada de Constantinopla. Apesar dessas mudanças demonstrarem a queda do poder ocidental, a localização do novo lugar facilitava o comercio da região, já que ficava entre o Mar Negro e o Mar Mármara o que favorecia a restauração da cidade transformando-a em uma Nova Roma.
     Resumidamente falando, o Império Bizantino foi a continuação do Império Romano durante a Antiguidade Tardia e Idade Média. Como a distinção entre o Império Romano e o Império Bizantino é em grande parte uma convenção moderna, não é possível atribuir uma data de separação. Vários eventos do século IV ao século VI marcaram o período de transição durante o qual as metades Oriental e Ocidental do Império Romano se dividiram.
 
Basílica de Santa Sofia
     A Basílica de Santa Sofia, também conhecida com Hagia Sophia é um imponente edifício construído entre 532 e 537 pelo Império Bizantino para ser catedral de Constantinopla. Da data em que foi dedicada em 360 até 1453, ela serviu nesta função, com exceção do período entre 1204 e 1261, quando ela foi convertida para uma catedral católica romana durante o Patriarcado Latino de Constantinopla que se seguiu ao saque da capital imperial pela Quarta Cruzada. O edifício foi uma mesquita entre 29 de maio de 1453 e 1931, quando foi secularizada. Ela reabriu como um museu em 1 de fevereiro de 1935.






Fonte:
 http://www.estudopratico.com.br/resumo-sobre-o-imperio-bizantino/
https://pt.wikipedia.org/wiki/Santa_Sofia



Alyson Yassuo Funo Rodrigues
Mateus Vinicius Rodrigues
Wesley Ribeiro Girotto

LEGADO ROMANO



                                         LEGADO ROMANO


Vários aspectos culturais que surgiram em Roma Antiga foram absorvidos pelos reinos germânicos que foram formados na Idade Média, após as invasões bárbaras dos séculos IV e V. Muitos aspectos culturais romanos foram preservados na Europa Medieval e, a partir do século XVI (época das Grandes Navegações e Descobrimentos), difundidos pela América, África e algumas regiões da Ásia. O legado romano é uma marca fortemente presente nas culturas ocidentais da atualidade, principalmente nas áreas jurídica e linguística. Para administrar o gigante império e ainda criar ordem dentro das cidades, os romanos desenvolveram leis, que deram origem posteriormente aos Códigos Jurídicos. Surgiu assim o Direito Romano que foi usado como base para as futuras sociedades do ocidente. Havia basicamente três categorias do Direito Romano: Direito Privado (leis voltadas para as famílias); Direito Estrangeiro (leis para os estrangeiros) e Direito Público (leis para os cidadãos romanos). A língua falada e escrita em Roma Antiga era o latim. Após a queda do Império Romano e a invasão dos germânicos na Europa, várias línguas se originaram do latim. Estas línguas existem até os dias atuais, sendo as principais: Português, Francês, Italiano, Espanhol e Romeno. Os romanos foram fortemente influenciados pelas Artes Plásticas da Grécia Antiga. Entre as principais características artísticas dos gregos, que chegaram aos romanos, foi a busca pela reprodução do corpo humano e dos elementos da natureza de forma real. O realismo nas esculturas e pinturas, embora tenha sido deixado de lado na Idade Média, foi resgatado na época do Renascimento e preservado por várias correntes e escolas artísticas posteriores, chegando até os dias de hoje .
No campo religioso, os romanos dividiam sua prática religiosa entre os cultos particulares e públicos. Muitos dos cultos eram destinados aos gênios, espíritos e elementos da natureza. Os lares eram as divindades que tomavam conta da família e os penates zelavam da alimentação e dos bens materiais. Comidas e bebidas eram oferecidas em pequenos altares que reuniam os ícones representativos de cada uma das divindades.



No campo político, a questão do Estado e da cidadania fundava diversas concepções do cenário político romano. Saudar e defender Roma eram grande prova da valorização que o indivíduo tinha pela glória e o respeito às tradições do povo romano. Ao mesmo tempo, a organização da sociedade romana tinha muitos de seus aspectos vinculados às leis que regiam os mais diferentes temas do cotidiano romano. As leis eram formadas por diferentes códigos.
O Jus Civile era o principal conjunto de leis e era inspirado nos mais antigos costumes e tradições romanas. Desprovidos das mesmas benesses jurídicas, os estrangeiros tinham um código de leis próprio chamado Jus Gentium. Com relação às relações familiares, o direito romano destinava o Jus Publicum. A tradição jurídica em Roma consolidou diversas escolas de Direito que formavam os juristas responsáveis pelos processos jurídicos da época. Conservando seus princípios ao longo dos tempos, o Direito Romano influenciou a cultura jurídica de diferentes povos europeus.


Fonte:http://www.suapesquisa.com/historia/legado_romano.htm
Fonte:http://www.alunosonline.com.br/historia/legado-romano.html



GESLEN M. DE ASSIS

Cristianismo no império Romano

Início do Cristianismo em Roma

Cristianismo no império Romano
O cristianismo se tornou a religião oficial do Império Romano no ano 380  por ordem do imperador Teodósio I, que tomou a medida numa lei conhecida como Édito de Tessalônica. Antes disso, os cristãos foram, durante muito tempo, impopulares em Roma por não adorarem o imperador e sim outro tipo de rei - Jesus -, o que era encarado como um ato subversivo. Mesmo gerando antipatias - e até perseguições, como no reinado de Nero entre os anos 54 e 68 - eles foram tolerados nos primeiros séculos de vida de sua religião. Com a decadência do império no final do século II e a ameaça de invasões bárbaras, iniciou-se outro período de dura perseguição aos cristãos, que se recusavam a servir no exército romano. Mas nem isso impedia o cristianismo de ganhar seguidores, tornando-se logo a crença mais popular no império. Percebendo a força crescente da religião, o imperador Constantino I resolveu usá-la politicamente para fortalecer seu próprio poder e enfrentar a decadência romana.
Sob a inspiração do lema "um Deus no Céu, um Imperador na Terra", Constantino proclamou em 313 o Édito de Milão, lei que garantia liberdade para cultuar qualquer deus, o que seria fundamental para a futura conversão total do império à religião. "Na prática, o Édito de Milão representou a verdadeira guinada. Teodósio apenas sacramentou um processo de algumas décadas, consolidando a tendência inaugurada por Constantino", diz o teólogo Pedro Vasconcellos, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).
 Édito de Tessalônica, também conhecido como Cunctos Populos ou De Fide Catolica foi decretado pelo imperador romano Teodósio I a 27 de fevereiro de 380 d.C. pelo qual estabeleceu que o cristianismo tornar-se-ia, exclusivamente, a religião de estado, no Império Romano, abolindo todas as práticas politeístas dentro do império e fechando templos pagãos.
O Édito de Milão (313 d.C.), também referenciado como Édito da Tolerância, declarava que o Império Romano seria neutro em relação ao credo religioso, acabando oficialmente com toda perseguição sancionada oficialmente, especialmente do cristianismo. O édito foi emitido pelotetrarca ocidental Constantino I, o grande, e por Licínio, o tetrarca Oriental.

Fonte:https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%89dito_de_Mil%C3%A3o
Fonte:https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%89dito_de_Tessal%C3%B3nica
Fonte:http://mundoestranho.abril.com.br/materia/como-foi-a-conversao-do-imperio-romano-ao-cristianismo
Gabriela Freitas

Correspondência Entre Os Deuses Gregos e Romanos - Religião Romana

Religião Romana

Tema: Correspondência Entre Os Deuses Gregos e Romano


Na mitologia Romana, a religião é Politeísta, ou seja, creem em vários Deuses, e esses deuses têm correspondentes na Mitologia Grega, veja abaixo correspondentes dos deuses maiores:

Júpiter (Romano) -> Zeus (Greco)
Juno (Romano) -> Hera (Grego)
Neptuno (Romano) -> Poseidon (Grego)
Ceres (Romano) -> Deméter (Grego)
Plutão (Romano) -> Hades (Grego)
Vesta (Romano) -> Héstia (Grego)
Vênus (Romano) -> Afrodite (Grego)
Febo (Romano) -> Apolo (Grego)
Marte (Romano) -> Ares (Grego)
Diana (Romano) -> Ártemis (Grego)
Minerva (Romano) -> Atena (Grego)
Baco (Romano) -> Dionísio (Grego)
Vulcano (Romano) -> Hefesto (Grego)
Mercúrio (Romano) -> Hermes (Grego)

*Cada Deus tem um elemento ao qual representa, vejamos os elementos abaixo que representam os deus acima:
Nome gregoEstátuaDescriçãoNome Romano
ZeusBust of Zeus.jpgRei dos deuses e governante do monte Olimpo, deus do céu e das tempestades. O filho mais novo dos titãs Cronos e Reia. Símbolos: o raio e a águia e as barbas.Júpiter
HeraBusto de Hera.JPGRainha dos deuses. Deusa do casamento e da maternidade. Símbolos: o pavão e a vaca. Filha de Cronos e Reia. Mulher e irmã de Zeus.Juno
PoseidãoNeptune Adam 1725 La County Museum California.jpgDeus dos mares, dos terramotos e dos cavalos. Símbolos: hipocampo e tridente. Filho de Cronos e Reia. Irmão de Zeus e Hades.Neptuno
DeméterDemeter Altemps Inv8596 n2.jpgDeusa da agricultura, natureza e estações do ano. Símbolos: papoula e cereais. Filha de Cronos e Reia, irmã de Zeus.Ceres
HadesHades Altemps Inv8584.jpgDeus dos mortos, dos infernos e das riquezas da Terra. Símbolos: Elmo da escuridão, um bidente, um crânio e monstro de 3 cabeças. Filho do titã Cronos e de Reia. Irmão de Zeus e Posidão.Plutão
HéstiaHestia-meyers.pngDeusa virgem do lar e da lareira. Símbolo: Lareira. Filha de Cronos e Reia, e irmã de Zeus.Vesta
AfroditeVenusdarles7.jpgDeusa do amor, da beleza e da sexualidade. Filha de Urano e Talassa. Símbolos: a pomba e o espelho.Vênus
ApoloApollon daphnephoros Musei Capitolini MC2045.jpgDeus do Sol, da cura, da peste, das artes, profecia e do tiro com arco. Símbolos incluem a lira e o arco. Ártemis é sua irmã gémea. Filho de Zeus e de Leto.Febo
AresHead Ares Glyptothek Munich 212.jpgDeus da guerra. Símbolos incluem o javali e a lança. Filho de Zeus e Hera.Marte
ÁrtemisWLA amart 1853 marble Diana.jpgDeusa virgem da caça e da lua. Símbolos incluem o veado e o arco. Irmã gémea de Apolo, filha de Zeus e de Leto.Diana
AtenaHope-Farnese Athena Louvre Ma331 n2.jpgDeusa virgem da sabedoria, ofícios e estratégia militar. Símbolos são a oliveira e o mocho. Filha de Zeus, de acordo com algumas tradições, com Métis.Minerva
DionisoAntinous Dionysos Louvre Ma238.jpgDeus do vinho, das festas e do êxtase. O seu símbolo é a pantera e a videira. Filho de Zeus e da mortal Sémele.Baco
Hefesto03562c - Gandolfi, D. - Vulcano - Porta Venezia, Milano - Foto Giovanni Dall'Orto 23-Jun-2007.jpgFerreiro dos deuses; deus do fogo e da metalurgia. Filho de Zeus e Hera ou, de acordo com algumas tradições, apenas de Hera.Vulcano
HermesHermes pushkin 01.JPGMensageiro dos deuses; deus do comércio e dos ladrões. Símbolos incluem o caduceu e as botas com asas. Filho de Zeus e da ninfa Maia.Mercúrio

Autor: Gabriel Dias Praça

Fontes: Google Images e Wikipédia.com

O Imperio Romano

                              




                                       ROMA ANTIGA: O IMPÉRIO
                                                                             Império Romano: 27 a.C. - 476 d.C.




  Introdução


A história de Roma Antiga é fascinante em função da cultura desenvolvida e dos avanços conseguidos por esta civilização. De uma pequena cidade, tornou-se um dos maiores impérios da antiguidade. Dos romanos, herdamos uma série de características culturais. O direito romano, até os dias de hoje está presente na cultura ocidental, assim como o latim, que deu origem a língua portuguesa, francesa, italiana e espanhola.

Origem de Roma: explicação mitológica


Os romanos explicavam a origem de sua cidade através do mito de Rômulo e Remo. Segundo a mitologia romana, os gêmeos foram jogados no rio Tibre, na Itália. Resgatados por uma loba, que os amamentou, foram criados posteriormente por um casal de pastores. Adultos, retornam a cidade natal de Alba Longa e ganham terras para fundar uma nova cidade que seria Roma.

Origens de Roma : explicação histórica e Monarquia Romana (753 a.C a 509 a.C)

De acordo com os historiadores, a fundação de Roma resulta da mistura de três povos que foram habitar a região da Península Itálica: gregos, etruscos e italiotas. Desenvolveram na região uma economia baseada na agricultura e nas atividades pastoris. A sociedade, nesta época, era formada por patrícios ( nobres proprietários de terras ) e plebeus ( comerciantes, artesãos e pequenos proprietários ). O sistema político era a monarquia, já que a cidade era governada por um rei de origem patrícia.
A religião neste período era politeísta, adotando deuses semelhantes aos dos gregos, porém com nomes diferentes. Nas artes destacava-se a pintura de afrescos, murais decorativos e esculturas com influências gregas.

                                           República Romana (509 a.C. a 27 a.C)
Mito da fundação de Roma: loba amamentando Rômulo e Remo
Durante o período republicano, o senado Romano ganhou grande poder político. Os senadores, de origem patrícia, cuidavam das finanças públicas, da administração e da política externa. As atividades executivas eram exercidas pelos cônsules e pelos tribunos da plebe.
A criação dos tribunos da plebe está ligada às lutas dos plebeus por uma maior participação política e melhores condições de vida.
Em 367 a.C, foi aprovada a Lei Licínia, que garantia a participação dos plebeus no Consulado (dois cônsules eram eleitos: um patrício e um plebeu). Esta lei também acabou com a escravidão por dívidas (válida somente para cidadãos romanos).

Mito da fundação de Roma: loba amamentando Rômulo e Remo

Formação e Expansão do Império Romano

Após dominar toda a península itálica, os romanos partiram para as conquistas de outros territórios. Com um exército bem preparado e muitos recursos, venceram os cartagineses, liderados pelo general Anibal, nas Guerras Púnicas (século III a.C). Esta vitória foi muito importante, pois garantiu a supremacia romana no Mar Mediterrâneo. Os romanos passaram a chamar o Mediterrâneo de Mare Nostrum.
Após dominar Cartago, Roma ampliou suas conquistas, dominando a Grécia, o Egito, a Macedônia, a Gália, a Germânia, a Trácia, a Síria e a Palestina.

Com as conquistas, a vida e a estrutura de Roma passaram por significativas mudanças. O império romano passou a ser muito mais comercial do que agrário. Povos conquistados foram escravizados ou passaram a pagar impostos para o império. As províncias (regiões controladas por Roma) renderam grandes recursos para Roma. A capital do Império Romano enriqueceu e a vida dos romanos mudou.

                     


                                          Pão e Circo 

Com o crescimento urbano vieram também os problemas sociais para Roma. A escravidão gerou muito desemprego na zona rural, pois muitos camponeses perderam seus empregos. Esta massa de desempregados migrou para as cidades romanas em busca de empregos e melhores condições de vida. Receoso de que pudesse acontecer alguma revolta de desempregados, o imperador criou a política do Pão e Circo. Esta consistia em oferecer aos romanos alimentação e diversão. Quase todos os dias ocorriam lutas de gladiadores nos estádios ( o mais famoso foi o Coliseu de Roma ), onde eram distribuídos alimentos. Desta forma, a população carente acabava esquecendo os problemas da vida, diminuindo as chances de revolta.

Luta de gladiadores: 
pão e circo



Cultura Romana

A cultura romana foi muito influenciada pela cultura grega. Os romanos "copiaram" muitos aspectos da arte, pintura e arquitetura grega.
Os balneários romanos espalharam-se pelas grandes cidades. Eram locais onde os senadores e membros da aristocracia romana iam para discutirem política e ampliar seus relacionamentos pessoais.

A língua romana era o latim, que depois de um tempo espalhou-se pelos quatro cantos do império, dando origem na Idade Média, ao português, francês, italiano e espanhol.
A mitologia romana representava formas de explicação da realidade que os romanos não conseguiam explicar de forma científica. Trata também da origem de seu povo e da cidade que deu origem ao império. Entre os principais mitos romanos, podemos destacar: Rômulo e Remo e O rapto de Proserpina.

Religião Romana 

Os romanos eram politeístas, ou seja, acreditavam em vários deuses. A grande parte dos deuses romanos foram retirados do panteão grego, porém os nomes originais foram mudados. Muitos deuses de regiões conquistadas também foram incorporados aos cultos romanos. Os deuses eram antropomórficos, ou seja, possuíam características ( qualidades e defeitos ) de seres humanos, além de serem representados em forma humana. Além dos deuses principais, os romanos cultuavam também os deuses lares e penates. Estes deuses eram cultuados dentro das casas e protegiam a família.

Principais deuses romanos : Júpiter, Juno, Apolo, Marte, Diana, Vênus, Ceres e Baco.


Crise e decadência do Império Romano

Por volta do século III, o império romano passava por uma enorme crise econômica e política. A corrupção dentro do governo e os gastos com luxo retiraram recursos para o investimento no exército romano. Com o fim das conquistas territoriais, diminuiu o número de escravos, provocando uma queda na produção agrícola. Na mesma proporção, caia o pagamento de tributos originados das províncias.
Em crise e com o exército enfraquecido, as fronteiras ficavam a cada dia mais desprotegidas. Muitos soldados, sem receber salário, deixavam suas obrigações militares. 

Os povos germânicos, tratados como bárbaros pelos romanos, estavam forçando a penetração pelas fronteiras do norte do império. No ano de 395, o imperador Teodósio resolve dividir o império em: Império Romano do Ocidente, com capital em Roma e Império Romano do Oriente (Império Bizantino), com capital em Constantinopla.
Em 476, chega ao fim o Império Romano do Ocidente, após a invasão de diversos povos bárbaros, entre eles, visigodos, vândalos, burgúndios, suevos, saxões, ostrogodos, hunos etc. Era o fim da Antiguidade e início de uma nova época chamada de Idade Média.


Legado Romano

Muitos aspectos culturais, científicos, artísticos e linguísticos romanos chegaram até os dias de hoje, enriquecendo a cultura ocidental. Podemos destacar como exemplos deste legado: o Direito Romano, técnicas de arquitetura, línguas latinas originárias do Latim (Português, Francês, Espanhol e Italiano), técnicas de artes plásticas, filosofia e literatura.



A ORDEM ROMANA E A PAZ ARMADA

A paz romana, organizada por Augusto e mantida, durante dois séculos pelos seus sucessores, não foi uma paz calma, fraca ou destituída de energia. "Romana", foi-o na verdade: concebida por Roma à sua maneira, imposta e fiscalizada por Roma; esta, a fim de fazê-la reinar, não se esqueceu de conservar os meios que lhe permitissem recorrer à força, em caso de necessidade. 
Continuava a existir a possibilidade de revoltas internas. ( ... ) A solução consistindo em instalar, a título permanente, tropas de ocupação no coração das províncias quase nunca foi adoptada. ( ... ) (Os imperadores) contaram sobretudo com as tropas estacionadas nas fronteiras e aptas a voltarem-se, em caso de necessidade, contra o interior da região considerada ( ... ). 
Se a paz interna não foi absoluta, a paz externa ainda o foi menos  (... ). Com muita frequência realizavam-se guerras cujo objectivo era a conquista (...). Umas inspiraram-se num imperialismo caracterizado, desejoso de anexar novos territórios a explorar. (...) Outras guerras eram destinadas apenas a facilitar, contra um perigo reconhecido ou eventual, a organização local ou geral da defesa do Império. O seu objectivo era inflingir uma lição a vizinhos turbulentos ou, então, reforçar uma fronteira, por meio da criação duma zona protectora (...). 
Assim, imperfeita, ameaçada e resolvida de boa vontade (por ser "romana" e "augusta") a mostrar-se ameaçadora a fim de fazer-se respeitar, a paz só podia ser, nos seus melhores momentos, uma paz armada. 
A paz romana era, naturalmente, uma paz que protegia a civilização que Roma reivindicava, isto é, a seus olhos, uma civilização superior, e mesmo a civilização propriamente dita.


A Pax Romana

Foi nesse período que os romanos chegaram ao apogeu político e cultural. A Pax Romana foi o período em que as guerras de expansão tiveram fim. Com isso houve um grande investimento nas artes, literatura, na filosofia, na arquitetura e no Direito. As cidades foram construídas, as estradas, aquedutos e muitas outras. Mas, com a Pax Romana começaram a surgir alguns problemas, pois como não haviam mais guerras começou a faltar mão de obra escrava. Consequentemente a produção diminuiu, os preços foram aumentando e os governantes foram obrigados a aumentar os impostos.


                                                                                                          - Milton Barbosa